Nanã
Nanã: A mais velha Orixás
Nanã, também conhecida como Nanã Buruku, é uma das Orixás mais antigas e respeitadas no panteão da Umbanda. Dos Orixás que dominam as águas, Nanã é considerada Força de Primeira Grandeza. É a Senhora suprema da Umbanda. É carinhosamente chamada de Vovó da Umbanda.
Sua figura venerável e serena representa a força da natureza em seu aspecto mais antigo, a sabedoria acumulada ao longo dos tempos e a conexão com os ancestrais, despertando admiração e devoção entre seus filhos e fiéis.
Como Orixá da transformação, Nanã rege os processos de transição, especialmente a passagem da vida para a morte. Ela é invocada para auxiliar na travessia dos espíritos e para trazer conforto aos que ficam.
Nas giras de Umbanda, Nanã se manifesta através das suas falangeiras. Nanã é vista como uma Orixá severa, mas justa. Ela ensina sobre a importância do respeito aos mais velhos, à tradição e aos ciclos naturais da vida.
Na Umbanda, Nanã é profundamente respeitada como guardiã do conhecimento ancestral e dos segredos da vida e da morte. Sua presença lembra a todos a importância da humildade, da paciência e da aceitação dos processos naturais da existência.
Principais Elementos
- Sincretizado: Santa Ana
- Cor: Roxo (Umbanda) | Anil, Branco e Roxo (Candomblé)
- Dia da Semana: Segunda-feira
- Data de Comemoração: 26 de julho
- Elementos: Barro, terra e argila
- Domínios: Lugares com barro e pântano
- Otá: Rubelita
- Saudação: Salubá Nanã
- Símbolo: Ibiri (Bastão de hastes de palmeira)